GERAL Sergipe
Empreendedoras contam com linhas de crédito exclusivas no Banese para capital de giro
ProGiro Mulher e ProGiro Fampe Mulher oferecem condições diferenciadas para empresas com participação feminina no quadro societário
02/03/2026 16h04
Por: Redação Fonte: Secom Sergipe

Neste mês de março, dedicado às mulheres, o Banese reafirma o compromisso com o fortalecimento do empreendedorismo feminino e disponibiliza duas linhas de crédito para capital de giro, destinadas a empresas que possuem mulheres no quadro societário há pelo menos seis meses, com participação acionária superior a 40% do capital social: o ProGiro Mulher e o ProGiro Fampe Mulher. 

O valor do crédito a ser liberado dependerá da capacidade de pagamento da empresa, que terá prazo de até 48 meses para quitação, caso opte pelo ProGiro Mulher, e de até 36 meses no ProGiro Fampe Mulher. Nas duas opções, o contratante terá oito meses de carência para iniciar o pagamento do valor contratado, que será debitado automaticamente da conta-corrente em parcelas fixas, mensais e sucessivas. 

A contratação dessas linhas de crédito pode ser feita em qualquer agência Banese, na capital ou no interior do estado, e está disponibilizada para clientes correntistas. Entre os documentos necessários para a concessão do crédito estão a declaração do Imposto de Renda da empresa e dos sócios, bem como as documentações comprobatórias do negócio, incluindo os pré-requisitos exigidos. 

Diferente do ProGiro Mulher, o ProGiro Fampe Mulher conta com o fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (Fampe) mantido pelo Sebrae, entidade parceira do Banese nesta operação, e que também poderá oferecer acompanhamento e consultoria especializada ao contratante, agregando suporte técnico ao crédito liberado. De acordo com a superintendente de Crédito do Banese, Maraiza Sá, a iniciativa reconhece o protagonismo feminino no ambiente de negócios, pois o Banco acredita no papel investidor das mulheres e no potencial transformador do empreendedorismo feminino. 

“Historicamente, as mulheres sempre estiveram em posição de desigualdade, seja no ambiente de trabalho ou de negócios, mesmo tendo mais horas de estudo e capacitação. Pesquisas apontam que as empreendedoras brasileiras enfrentam mais dificuldades para fazer o negócio acontecer, inclusive pela dificuldade de acesso ao crédito. Sabendo de tudo isso, o Banese criou essas linhas exclusivas, numa tentativa de redução dessas desigualdades e de fortalecimento dos negócios protagonizados por mulheres em nosso estado. Quando uma mulher empreende, ela não muda somente a própria história, mas toda uma estrutura social”, declarou Maraiza Sá.