Quem acompanha a Coluna Wense sabe que tenho dito, reiteradamente, que o mundo da política é movediço e traiçoeiro, do salve-se quem puder, do vale-tudo para conquistar o poder.
O caso Angelo Coronel é um bom exemplo de que o processo político é cruel.
O senador cita o União Brasil, PP, PSDB e o PDT como opções para seu novo abrigo partidário. Estranho foi citar o PDT, já que a legenda rompeu com ACM Neto e passou a integrar a base aliada do lulopetismo. Se filiar ao PDT, que tem o comando do deputado federal Félix Júnior, é "arranjar sarna para se coçar", como diz o ditado popular. É criar problemas para si mesmo.
O PDT é uma legenda politicamente instável, confusa, sem saber pra que lado vai.
(Coluna Wense, sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026).
Sobre o autor:
(*) Marco Wense é advogado e articulista político itabunense, com coluna diária - COLUNA WENSE -, publicada no Página de Polícia e em diversos sites. Seus textos combinam linguagem acessível com rigor argumentativo, sempre marcados por um tom crítico, combativo e atento às questões sociais.
Atua na defesa dos direitos dos trabalhadores, denuncia privilégios e excessos do poder e cobra, de forma constante, o respeito à Constituição. Sua coluna tem forte repercussão regional e circulação nos meios políticos, alcançando inclusive gabinetes do Legislativo municipal, estadual e federal.
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