ARTICULISTAS O LIVRO SAGRADO
O LIVRO SAGRADO E A POLÍTICA
Não estou dizendo que a madrasta dos filhos 1,2,3 e 4 do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro não é religiosa. E sim que ela usa o nome de Deus para atingir seus interesses políticos. 
06/12/2025 06h40
Por: Carlos Nascimento Fonte: COLUNA WENSE, SEXTA-FEIRA, 5 DE DEZEMBRO DE 2025.

Quem acompanha a modesta Coluna Wense sabe que venho questionando o uso do nome de Deus em vão, mais especificamente na política. 

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro vem usando a Bíblia como instrumento, um meio para obter votos, principalmente no segmento do eleitorado religioso. 

Não estou dizendo que a madrasta dos filhos 1,2,3 e 4 do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro não é religiosa. E sim que ela usa o nome de Deus para atingir seus interesses políticos. 

A foto acima é a prova inconteste de que Michelle usa a religião como uma espécie de "cabo eleitoral". A ex-primeira-dama, ao visitar Bolsonaro na prisão, fez questão de mostrar o Livro Sagrado.

Depois que encarou os enteados, principalmente o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e o comando nacional do PL, a ex-moradora do Palácio do Alvorada passou a condição de presidenciável. Michelle colocou um ponto final em uma articulação do bolsonarismo do Ceará para apoiar à pré-candidatura de Ciro Gomes (PSDB) ao governo do Estado. 

O problema, o principal obstáculo para uma candidatura de Michelle no pleito presidencial de 2026, é o decorrer da campanha com início dos debates, o frente a frente com os adversários. O despreparo da ex-primeira-dama salta aos olhos. Bastaria um só debate para uma queda nas intenções de voto. 

"Que experiência e qualificação pessoal, política, administrativa e intelectual ela tem para presidir o Brasil?", indaga Eliane Cantanhêde na sua coluna no Estadão. Finaliza dizendo que a candidatura de Michelle "é uma irresponsabilidade com o País".

Usar o nome de Deus em vão é pecado.

COLUNA WENSE, SEXTA-FEIRA, 05.12.2025.

(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:

• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");

• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;

• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;

• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.

- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.

Links da coluna:

PÁGINA DE POLÍCIA   

  (*) COLUNA WENSE circulando nos gabinetes dos deputados e senadores.

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