ARTICULISTAS “MENINO AMARELO?”
O CORONEL NÃO É NENHUM “MENINO AMARELO”
Não acredito que o senador Otto Alencar, dirigente-mor do PSD, fique do lado do PT em detrimento do também senador Angelo Coronel, companheiro de partido que busca sua legítima reeleição. por MARCO WENSE
04/12/2025 16h04
Por: Carlos Nascimento Fonte: COLUNA WENSE, QUINTA-FEIRA, 4 DE DEZEMBRO DE 2025.

Não acredito que o senador Otto Alencar, dirigente-mor do PSD, fique do lado do PT em detrimento do também senador Angelo Coronel, companheiro de partido que busca sua legítima reeleição, assentada no argumento que é o mesmo de Jaques Wagner: o da candidatura natural.

A impressão que vai ficando é que o lulopetismo não está levando a sério o Coronel. Lembro ao caro e atento leitor que o senador não é de levar desaforo para casa, como diz o ditado popular. 

Quem anda preocupado com a soberba do PT, querendo impor uma majoritária puro-sangue, 100% petista, é o governador Jerônimo Rodrigues, postulante a um segundo mandato, a permanecer no comando do cobiçado Palácio de Ondina por mais quatro anos.

Será que o lulopetismo da Boa Terra não sabe que à reeleição de Jerônimo depende do apoio do PSD? Até as freiras do convento das Carmelitas sabem que o PSD é imprescindível para que o PT continue no poder maior da Bahia. 

Se a defenestração do Coronel da majoritária for efetivada, muitos prefeitos do PSD ligados ao senador vão se rebelar, tomando o mesmo caminho do parlamentar: o do rompimento com a base aliada. 

O chega pra lá no Coronel, que não é nenhum menino amarelo, será motivo suficiente para justificar uma debandada dos alcaides para a oposição, oxigenando o sonho de ACM Neto: ser governador da Bahia. 

Governo com preocupante rejeição não pode dar-se ao luxo de tratar seus correligionários com desdém e, muito menos, uma legenda da importância do PSD.

COLUNA WENSE, QUINTA-FEIRA, 04l.12.2025.

(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:

• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");

• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;

• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;

• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.

- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.

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  (*) COLUNA WENSE circulando nos gabinetes dos deputados e senadores.

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