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Um Dia Marcado por Indignação
Reflexões sobre o desgaste institucional e o sentimento de perda de valores. por Bel LUIZ FERREIRA
27/11/2025 14h22 Atualizada há 2 meses
Por: Carlos Nascimento

Mais um dia vergonhoso para a história do Brasil e das forças armadas.

Uma instituição que, no passado, carregava a imagem de honra, disciplina e compromisso com o país, hoje aparece diante da opinião pública fragilizada. Muitos de seus integrantes, antes vistos como exemplos de dignidade e retidão, encontram-se ajoelhados, humilhados e presos, alvo de decisões que despertam revolta em parte da sociedade. Some-se a isso a sensação de abandono e traição por parte de companheiros de farda, o que aprofunda ainda mais o clima de desconfiança interna.

Enquanto isso, um ex-condenado preside o país, cercado de seus asseclas, igualmente bandidos e soltos, como Cabral, José Dirceu, Genoíno e outros. A presença dessas figuras no cenário político reabre feridas, alimenta a indignação e reforça a percepção de que o sistema se tornou um ambiente onde a impunidade prevalece. Para muitos, esta é a demonstração de que a política nacional segue orbitando em torno dos mesmos personagens, independentemente dos escândalos que tenham protagonizado.

A soma desses fatores produz um ambiente de desalento, em que parte da população assiste às instituições se descolarem dos valores que deveriam sustentar sua credibilidade. O contraste entre o passado idealizado e o presente conturbado faz crescer a sensação de que algo essencial se perdeu ao longo do caminho.

O texto expressa um sentimento de profundo desencanto com o cenário nacional. A percepção de que instituições antes respeitadas perderam sua força simbólica, enquanto figuras marcadas por escândalos retomam espaço político, cria uma atmosfera de insegurança e frustração. Essa crítica reflete não apenas a indignação diante dos acontecimentos recentes, mas também o temor de que o país esteja caminhando para um ciclo de desconfiança permanente, no qual a credibilidade das instituições fica cada vez mais distante do cidadão.

Bel. Luiz Carlos Ferreira de Souza - Brasileiro, baiano, casado, 63 anos, Servidor público aposentado pelo Estado da Bahia, Residente no Rio Grande do Sul e Rubro-negro das  antigas, ex-diretor da Colônia Penal de Simões Filho/BA.

Formação Acadêmica:
# Mestrando em Políticas Públicas (em andamento)
# Pós-graduado em Ciências Criminais, Política e Estratégia
# Acadêmico em Direito
# Acadêmico em História
# Técnico em Redator Auxiliar

Atuação Profissional:
Colunista da PÁGINA DE POLÍCIA – Analista de Segurança Pública, políticas criminais e questões jurídico-sociais.
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Perfil Profissional:
Especialista em segurança pública e políticas criminais, com ampla experiência em análise jurídico-social e estratégias de políticas públicas. Sua trajetória acadêmica e profissional é marcada pelo compromisso com a justiça social, a valorização das instituições de segurança e a crítica construtiva às estruturas de poder. Suas colunas abordam temas urgentes, como a desvalorização salarial de policiais, a eficiência das políticas de segurança e os desafios do sistema judiciário brasileiro.

E-mail: lcfsferreira@gmail.com
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