Uma dilacerante dúvida vem tomando conta do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro em relação à sucessão de Lula. Os protagonistas dessa incerteza são Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo, e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
A favor do chefe do Palácio dos Bandeirantes, o fato de ser mais competitivo e ter o aval dos outros governadores identificados com o campo da direita. Outro ponto é a boa votação que teria no Estado de São Paulo, maior colégio eleitoral do Brasil.
Tem, no entanto, um elemento que pode levar Bolsonaro a escolher o filho número 1: a desconfiança. O ex-morador do Alvorada não confia em Tarcísio. O receio é o governador, eleito presidente, dê um chega pra lá no seu criador político, responsável direto pela sua eleição para o cargo mais cobiçado do Poder Executivo depois da Presidência da República.
Para correligionários bem próximos de Bolsonaro, Tarcísio buscaria sua própria luz. Não faria mais cafuné no ex-presidente, como vem fazendo hoje com o objetivo de ter seu imprescindível apoio.
Nos bastidores do staff bolsonarista, longe dos holofotes e do povão de Deus, o que se comenta é que a falta de confiança é o maior obstáculo para a escolha de Tarcísio como representante do bolsonarismo no pleito presidencial de 2026.
As pulgas atrás das orelhas do inelegível Jair Messias Bolsonaro, quando o assunto é o presidenciável Tarcísio de Freitas, vão permanecer durante todo o ano de 2025.
Para o tarcisismo, o senador Flávio Bolsonaro está blefando. O que o filho número 1 quer é ser vice de Tarcísio.
COLUNA WENSE, SEGUNDA-FEIRA, 10.11.2025.
(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:
• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");
• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;
• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;
• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.
- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.
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(*) COLUNA WENSE circulando nos gabinetes dos deputados e senadores.
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