ARTICULISTAS “silêncio das ruas”
REI MORTO, REI POSTO
Levantamento do Estadão aponta uma redução de 74% no número de pedidos para visitar o líder da direita brasileira, que se encontra em prisão domiciliar.
10/11/2025 10h04 Atualizada há 2 meses
Por: Carlos Nascimento Fonte: COLUNA WENSE, DOMINGO, 9 DE NOVEMBRO DE 2025.

Jair Messias Bolsonaro, ex-presidente da República Federativa do Brasil, está sendo abandonado pelos correligionários, detentores ou não de mandato parlamentar.

"Rei morto, rei posto", diz o ditado popular. Esqueceram do "mito". A palavra que mais encaixa no comentário de hoje é ingratidão.

Levantamento do Estadão aponta uma redução de 74% no número de pedidos para visitar o líder da direita brasileira, que se encontra em prisão domiciliar.

Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado, agindo fora das quatro linhas da Lei Maior, e outros crimes. 

O Estadão, ao perguntar aos amigos de Bolsonaro como ele se encontra, três respostas foram as mais citadas: abandonado, mal cuidado e ruim. Sem dúvida, ingredientes de uma preocupante depressão.


A frieza das lideranças bolsonaristas com o representante-mor da direita brasileira vai terminar levando Bolsonaro a apoiar um dos seus filhos (ou ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro) na sucessão de Lula. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) é o único com chance de virar presidenciável. 

Disse ontem, na modesta Coluna Wense, que Bolsonaro está prestes a deixar a confortável prisão domiciliar para cumprir o resto da pena na temida e apavorante Penitenciária da Papuda. Até agora nenhum movimento de rua. 

Josias de Souza, irreverente jornalista da Uol Notícias, definiu muito bem o inferno astral do ex-morador do Palácio do Alvorada:

"A trilha sonora do crepúsculo de Bolsonaro é o silêncio das ruas".

COLUNA WENSE, DOMINGO, 09.11.2025.  

(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:

• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");

• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;

• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;

• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.

- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.

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  (*) COLUNA WENSE circulando nos gabinetes dos deputados e senadores.

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