ARTICULISTAS TELHADO DE VIDRO
A PASSIVIDADE DO POVO BRASILEIRO COM OS POLÍTICOS
Um joga pedra no outro, quando os dois têm telhado de vidro. É o que vem acontecendo entre o governo e o Congresso Nacional no que diz respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). por MARCO WENSE
26/10/2025 11h49
Por: Carlos Nascimento Fonte: COLUNA WENSE, DOMINGO, 26 DE OUTUBRO DE 2025

Um joga pedra no outro, quando os dois têm telhado de vidro. É o que vem acontecendo entre o governo e o Congresso Nacional no que diz respeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

No frigir dos ovos, o governo Lula 3 e as duas Casas Legislativas - Câmara dos Deputados e Senado -, são irresponsáveis. Aumentam os gastos públicos sem apontar quanto custarão à sociedade.

Nesse quesito envolvendo a LRF, governo e o Parlamento são farinhas do mesmo saco ou, se o caro e atento leitor preferir, bananas do mesmo cacho.

"Oito em cada dez dos projetos com impacto nas contas públicas em tramitação no Legislativo foram apresentados por um ou outro sem uma estimativa sobre seus custos", é o que diz o Movimento Orçamento Bem Gasto.

São emendas de tudo quanto é tipo. Tem até a Pix. E o orçamento? Tem até o rotulado de secreto. Não se sabe o destino do dinheiro que saiu dos cofres públicos. Prestação de contas é coisa rara. É mais fácil achar uma pequenina cabeça de alfinete em um grande palheiro.

Os cofres públicos pedem socorro. O tal do argumento da governabilidade, assentado no vergonhoso toma lá, dá cá, não pode servir de pretexto para passar por cima da imprescindível Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Que o presidente da República e os parlamentares de plantão tomem juízo. A sorte dos políticos é a passividade do sossegado povo brasileiro.

COLUNA WENSE, DOMINGO, 26.10.2025

(*) MARCO WENSE, advogado e articulista político itabunense, conhecido por sua coluna diária publicada em sites como *PÁGINA DE POLÍCIA e O SERVIDOR*. Seu estilo de escrita é marcado por:

• Linguagem acessível, mas com toques sofisticados (ex.: "nefasta", "abastados");

• Tom crítico, indignado e sarcástico, defendendo os direitos dos trabalhadores e atacando políticas elitistas;

• Posicionamento combativo e engajado, com forte apelo emocional e moral;

• Desconfiança em relação ao sistema político, criticando mordomias e defendendo a Constituição.

- Sua personalidade transparece idealista, apaixonada e defensora da justiça social, usando sua coluna como plataforma de denúncia.

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  (*) COLUNA WENSE circulando nos gabinetes dos deputados e senadores.

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